O Painel de Projetos é a ferramenta de PMO da suíte Excellere Success. Ele guarda o que está parado, quem destrava, o passo a passo de cada rotina e as datas que não podem passar — com permissão por pessoa e por frente.
Já usa? Entre no painel.
Ela funciona enquanto três pessoas mexem. Com trinta, quebra sempre nos mesmos três pontos.
A tarefa fica "em andamento" há seis semanas e só aparece quando alguém cobra. O motivo da parada mora na cabeça de uma pessoa.
Contratação, pagamento de imposto, abertura de acesso. Cada um faz de um jeito, e quando a pessoa sai, o procedimento sai junto.
Ou ninguém vê nada. Planilha não tem meio-termo: ou você compartilha o arquivo inteiro, ou faz cópias que desencontram.
Cada peça existe porque resolve uma pergunta que alguém faz toda semana.
Cada empresa ou frente é um espaço, e dentro dele os projetos. Lista, quadro e calendário da mesma coisa — a pessoa escolhe como quer olhar.
Toda tarefa diz se está parada e por quem está esperando. O painel soma isso por frente, então dá para perguntar a coisa certa na reunião.
O organograma atravessa as frentes: o RH aparece atendendo três empresas do grupo sem duplicar nada. Filtra e agrupa por time em qualquer vista.
O procedimento documentado, com explicação, print da tela e link do documento no Drive. Um botão transforma o processo em tarefa com o checklist já montado.
As datas que existem sozinhas: vencimento de imposto, prazo, audiência, fechamento, renovação de contrato. Com recorrência e antecedência.
Quem vê quais espaços, quem edita só as próprias tarefas, quem só acompanha. A regra vale no banco, não só na tela.
Cair a internet no meio de uma edição não apaga o que foi digitado: fica guardado e sobe quando a rede voltar. E o que é apagado fica 30 dias na lixeira.
Nome, logo e cor da sua empresa. Quem usa vê o painel da sua casa, não o de um fornecedor.
Implantação conduzida. A ferramenta é o meio; o que muda é a rotina de acompanhamento.
Uma conversa para mapear as frentes, quem toca o quê e quais rotinas mais doem hoje.
Espaços, projetos, áreas e times criados com a sua estrutura. O que já está em planilha entra junto.
Os processos críticos viram passo a passo, com print e link do seu Drive.
Treinamento do time e a primeira reunião de acompanhamento rodando dentro do painel.
Dizer isso agora poupa o seu tempo e o meu.
Não. Cada empresa tem a própria área, e a separação é feita no banco de dados, em toda consulta — não na tela. Uma empresa não consegue ler nem escrever nada de outra, mesmo conhecendo o endereço interno do registro.
Não de uma vez. Começa pelas frentes que mais doem e pelas tarefas que estão em aberto. Histórico fechado pode continuar onde está — ele não é consultado no dia a dia.
Funciona. A barra lateral vira gaveta e as vistas se adaptam. A maior parte do uso no celular é conferir o que está parado e marcar item de checklist.
No seu Google Drive, onde já estão. O painel guarda o link e abre para quem tem permissão no Workspace — a ferramenta não vira mais um lugar para procurar arquivo. Prints e anexos de tarefa ficam no próprio painel.
Os dados são seus e saem em formato aberto. Não há prazo de fidelidade que prenda o seu registro.
Depende do número de pessoas e de quanto da implantação você quer conduzida. É conversa de quinze minutos para dar um número honesto — não há tabela genérica que sirva para um escritório de dez e um grupo de setenta.
Uma conversa de quinze minutos, sem apresentação de slides. Você conta as frentes que toca hoje e eu mostro como ficariam dentro do painel.
Falar sobre o Painel de Projetos →Prefere começar pelo diagnóstico? São 5 minutos e sai um mapa de maturidade.